No universo atual do fim dos tempos, com estoques de suprimentos, carinho coletivo e enriquecimento rápido, a vida de Chi Wan mudou radicalmente quando, de repente, uma mão masculina apareceu em seu e
— Dali, você tem certeza de que devemos mesmo fazer isso? Os frutos já estão formados, e se...
— Qualquer coisa, eu assumo a responsabilidade. Você está com medo do quê? Além do mais, cuido dessas árvores frutíferas há anos, sei muito bem o que estou fazendo.
— Hehe, você acha que, quando Yuan Shan ver todas as árvores quase morrendo, ele vai implorar de joelhos para você salvá-lo?
Chi Wan, que não conseguia dormir por estranhar a cama, ouviu os barulhos do lado de fora e ficou assustada. Instintivamente, guardou tudo no seu espaço e correu para dentro do armário, sem ousar sequer respirar.
Mal tinha fechado a porta do armário quando, no momento seguinte, a porta da casinha foi aberta com uma chave e passos pesados e apressados se aproximaram.
Chi Wan se arrependeu no íntimo. Não devia ter escolhido ficar na casinha do pomar só porque a casa velha não tinha banheiro.
Mas quem poderia imaginar que Liu Dali, que parecia tão honesto, entregaria o pomar assim que o contrato acabou, mas teria deixado uma chave extra sem que ninguém soubesse!
Pior ainda, pela conversa, parecia que pretendiam sabotar o pomar!
Cautelosa, Chi Wan enfiou a mão no espaço, preparada para pegar o celular e gravar tudo o que eles dissessem.
Porém, não tocou no celular; assim que estendeu a mão, uma palma grande, quente e áspera agarrou a dela de repente!
Chi Wan arregalou os olhos e mordeu forte os dentes para não gritar.
Apressada em puxar a mão de volta, acabou fazendo um movimento maior do que o desejado e o cotovelo bateu de leve na