O fim do mundo está prestes a chegar. Gu He, que nada possuía, inesperadamente obteve uma projeção estranha. "Deseja iniciar a simulação do futuro?" "Sim, sim! Você tem ideia de como foram difíceis
O sol ardente pairava sobre Verão da Cidade.
Num condomínio antigo e um tanto desgastado.
— Olá, seu pacote chegou!
— Certo.
Guto Rio coçou os curtos cabelos desgrenhados, abriu a porta de casa ainda meio sonolento.
— Bom dia, seu pacote.
O entregador lhe passou o pacote e não ficou para conversa, partiu sem demora.
Por ter exagerado na zoeira com os colegas de equipe na noite anterior, o domingo de Guto Rio era de uma exaustão extrema, e ele mal conseguia entender o que estava acontecendo.
— Estranho... Os pacotes são sempre deixados no armário de entregas, por que esse veio parar direto na porta?
Apesar da dúvida, Guto Rio abriu o embrulho lacrado, sem qualquer identificação.
— Um projetor?
Observando o aparelho prateado em suas mãos, ele o girou distraidamente.
Click!
Sem saber ao certo o que tocou, o projetor se ativou de repente.
— O apocalipse se aproxima. Deseja iniciar a simulação?
Uma voz eletrônica ecoou, inesperada, no íntimo da mente de Guto Rio.
O projetor escorregou de suas mãos e caiu no chão.
Ele permanecia imóvel, com o rosto marcado pela dor.
No meio daquela voz grandiosa, Guto Rio sentiu como se atravessasse o tempo, vislumbrando um verdadeiro inferno na Terra.
Multidões clamavam em agonia, o solo tingido de sangue, sob o massacre de mortos-vivos e bestas mutantes, até mesmo os mais fortes entre os humanos apenas lutavam para sobreviver.
E ele, num instante, teve a garganta cortada por uma sombra, e no grito de sofrimento tornou-se alimento dos zumbis, d