“O que rola num beco e tem vários buracos?” “A resposta é bola de boliche.” Bruce Wayne, que perdeu os pais, decidiu viajar pelo mundo para aprender várias habilidades e adquirir conhecimento antes de
Gotham, alta madrugada, um beco.
O som de tiros ecoou, e um colar de pérolas espalhou-se pelo chão.
A sombra, como um manto, encobria dois corpos frios. Uma criança, entorpecida, deixou-se cair sentada.
Ao longe, o som de sirenes da polícia aproximava-se.
...
“Quando eu era pequeno, tinha muito medo de morcegos.”
“Mas os adultos diziam que os morcegos tinham ainda mais medo de mim.”
...
“Jovem senhor Wayne.”
No imponente Solar Wayne, o velho mordomo Alfred caminhava com passos firmes, trazendo uma bandeja de chá e doces que exalavam um calor reconfortante.
Com delicadeza, depositou aquele gesto de carinho diante de Bruce Wayne.
Naquele momento, Bruce ainda não vestia a lendária capa do Morcego; era apenas um menino de oito anos.
Uma criança que acabara de perder os pais, tragado pelo turbilhão do destino.
Seu olhar parecia esvaziado de alma, vazio e sem vida.
Fixava o horizonte além da janela, e a cidade chamada Gotham diluía-se diante de seus olhos numa silhueta enevoada.
Seu pensamento vagava por terras distantes, alheio ao chamado de Alfred.
Em silêncio, Alfred se virou para partir, desejando deixar a Bruce um pouco de privacidade em meio ao luto.
Porém, quando estava prestes a deixar o cômodo, Bruce o chamou de repente.
“Alfred!”
“O que houve, jovem senhor Bruce?”
Alfred voltou-se para ele, a voz serena e cheia de cuidado.
“A culpa é minha...”
A voz de Bruce tremeu e as lágrimas brotaram sem controle.
“Fui eu quem pediu para irmos