Lin Manman era uma rainha da competição acirrada entre trabalhadores comuns, uma palhaça entre os mais competitivos, que acabou exausta nessa corrida sem fim. Achava que sua vida de competição chegava
No corredor imaculado do hospital, os profissionais de saúde vestindo branco caminhavam apressadamente, enquanto o som intermitente de aparelhos médicos ecoava ao redor. Através da porta entreaberta de um quarto, podiam-se ouvir conversas abafadas e soluços.
— Mana, tente aceitar um pouco. Ele já está assim, pense em você e na Manman, com essa indenização grande, a vida de vocês pode melhorar um pouco — disse uma voz consoladora.
— É verdade, o médico também disse que se Ruocheng acordar ou não, é outra história. Mas ficar aqui, deitado, custa dinheiro todo dia. Haizi não deixou muitas coisas valiosas; sem indenização, como vocês três vão se virar? — acrescentou outra voz.
— Obrigada por virem visitar Ruocheng. Agora eu realmente não tenho cabeça para receber visitas, mas vou pensar seriamente no que vocês disseram. Por hoje, por favor, podem ir... — a mulher de olhos vermelhos parou ao ver Lin Manman na porta.
— Manman! Faz quase um ano que não te vejo, está ainda mais bonita! — disse um homem de meia-idade, com uma leve calvície e um pouco acima do peso, forçando um sorriso.
— Tio, tia, vovó — Manman cumprimentou educadamente, olhando ao redor.
— Já vimos o rapaz, vocês têm que trabalhar amanhã. Voltem outro dia, quando puderem — respondeu a avó Lin, lançando um olhar enviesado para Manman, resmungando sem muita emoção. Por fim, olhou com pesar para o neto na cama e, puxando o filho e a nora, dirigiu-se para a saída.
Assim que todos saíram do quarto, Lin Manman rapidamente ajudou a mãe a sentar-se ao lado da cama. No leito hosp